Catarina Urbani: “A minha sensualidade é o meu ponto forte”

Fevereiro 6th, 2010 1 Comentário   Colocado em Morangos

Catarina Urbani

Apesar de já ter posado para uma revista masculina, Catarina Urbani diz que nunca é fácil fazer uma produção ousada.

“Não sou uma pessoa muito reservada mas também não sou muito extravagante, e por isso, no início, senti-me pouco à vontade”, explica a actriz, que revela que a timidez só foi passando com o decorrer da sessão fotográfica.

“Esta foi, sem dúvida, a produção mais ousada que fiz até hoje”, afirma a jovem, de 23 anos, que, porém, garante ter uma relação extremamente saudável com o seu corpo, a sua imagem e a sua maneira de ser: “A minha sensualidade é o meu ponto forte. Mas acho que não é só pelo meu corpo mas também pela minha atitude, porque sou extrovertida e divertida.”

Quanto a cuidados de beleza, a actriz diz que só cumpre os básicos: “Faço ginásio, bebo muita água e ando a pé.”

PERFIL

Catarina Urbani nasceu em Cascais a 18 de Dezembro de 1986 (23 anos). Frequentava o mestrado integrado em Matemática Aplicada e Computação quando respondeu a um casting para a série Morangos com Açúcar.

“No início não tinha esperança de conseguir nada mas depois fui escolhida”, conta Catarina Urbani, que teve na série da TVI o seu primeiro trabalho na área da representação: “Hoje sei que é nesta área que quero continuar a trabalhar.” Mas Catarina diz que regressará em Setembro ao 4.º ano do curso, que tem estado “congelado”.

Fonte: Correio da Manhã

Ana Guiomar: “Casar é como os cheques, já não se usa”

Fevereiro 6th, 2010 Comenta   Colocado em Morangos

Ana Guiomar

Estreou-se aos 14 anos na série Morangos com Açúcar, mas garante que não perdeu pitada da adolescência. Para sair à noite, Ana Guiomar recorda que eram os colegas mais velhos, como Cláudia Vieira, quem pedia autorização aos seus pais.

- Terminou recentemente as gravações da telenovela Perfeito Coração. Como correu este projecto?

- Adorei, diverti-me imenso a fazer a cabeleireira Maria da Luz, gostei muito das pessoas com quem contracenei – e só espero que o próximo projecto tenha tão bom ambiente como este teve. O grupo era maravilhoso.

- E a sua personagem?

- Foi um desafio muito engraçado. Ao princípio comecei com um bocadinho de medo mas as coisas correram mesmo bem e aprendi muita coisa. Dizem que não há amor como o primeiro mas eu apaixonei-me perdidamente pela Maria da Luz, por isso guardo-a com um carinho muito especial.

- Tem alguma coisa a ver consigo?

- A minha mãe acha que sim (risos) mas eu acho que não. A personagem é completamente louca, gosta de uma boa discussão, de chocar as pessoas, e eu sou muito mais calminha. A Maria da Luz não anda propriamente rodeada das melhores companhias e tem um dedinho para se meter em confusões.

- Como foi trabalhar com a Luciana Abreu?

- Já me tinha cruzado com a Luciana em Dança Comigo mas não tivemos muito tempo para falar, por isso foi uma boa surpresa. Gostei muito de trabalhar com ela, demo-nos bem, ríamos e brincávamos. O nosso núcleo era mesmo muito giro, não havia ninguém que se desse mal.

- A sua personagem trabalha num cabeleireiro. Desenrascou-se bem?

- Andei a aprender. Ao início, quando me disseram que tinha um cabeleireiro, pensei que não iria ter de fazer tanta coisa. Mas tive mesmo de lavar o cabelo aos figurantes, pôr rolos e fingir que lhes cortava o cabelo. E julgo que me safei bem. Foi mesmo muito giro…

- Qual é o projecto que se segue?

- Ainda não sei. Neste momento estou de férias e acho que só a partir do mês de Março é que me vou começar a preocupar a sério. Agora preciso mesmo é de libertar esta personagem e arranjar energias para fazer outro projecto que aí venha. Depois, queria muito fazer teatro. Não sei se vai ser possível ou não mas gostava bastante de ir por aí.

- Começou com 14 anos, em Morangos com Açúcar. Agora, com 21, consegue ver a sua evolução?

- Penso que se nota o crescimento, não sei é se foi muito ou pouco. Depois, acaba por ser engraçado, porque as pessoas, quando me abordam na rua, julgam sempre que eu sou mais velha. Dão-me 24 ou 25 anos, e quando digo que só tenho 21 anos justificam: “Como já estou habituada a vê-la há tanto tempo na televisão, penso que já é mais velha”.

- Reage bem às abordagens do público?

- Claro que sim. Não me incomoda nada que venham falar comigo, até porque o fazem sempre de uma maneira simpática. Não sou nada daquelas pessoas que dizem “Ai, agora não posso ir ao shop-ping porque as pessoas vêm ter comigo”. Nem pensar… Até porque não sou mediática a esse ponto.

- Antes de Perfeito Coração protagonizou uma personagem lésbica. Como eram as abordagens do público nessa altura?

- Ao contrário do que se pensa, Portugal já está muito aberto para este tipo de assuntos. Tanto que as pessoas reagiram normalmente e não houve comentários nenhuns relativamente ao facto de fazer uma personagem lésbica. A mim também não me fez confusão nenhuma. Se não houver cenas gratuitas não tem mal nenhum e faz parte do trabalho como actriz. Para mim foi uma personagem igual às outras. Não tenho preconceitos nenhuns e, inclusive, sou a favor do casamento homossexual, que nem devia ser discutível.

- Tem saudades dos tempos de Morangos com Açúcar?

- Já foi quase há cinco anos, e claro que tenho saudades, mas não ao ponto de pensar que aquilo é que eram bons tempos. Vivo o presente, e penso que se voltasse a fazer uma novela desse género nada iria ser como antes, porque foi a minha primeira vez. Divertimo-nos muito, o nosso grupo era espectacular, crescemos juntos. E todos os meus amigos de hoje são dos Morangos.

- Era muito nova. O que lhe disseram os seus pais quando, aos 14 anos, decidiu tentar a sorte como actriz?

- O meu pai só me pediu que eu não deixasse de ter boas notas e a minha mãe disse que se era aquilo que eu queria que tentasse aproveitar a oportunidade.

- Foi então viver sozinha para Lisboa?

- Não, eu fiz os Morangos todos a viver em casa da minha mãe, em Torres Vedras, e só fui morar sozinha quando fiz 18 anos, quando comecei a fazer a peça Confissões de Adolescente, em que tinha ensaios à noite e era mais complicado. Nos Morangos, os meus pais iam-me levar e buscar às gravações.

- Sentiu muito a falta da família?

- Claro que senti a falta da minha avó, que vive connosco, do meu avô, dos cães, mas os meus pais sempre me acompanharam bastante e quando podiam iam visitar-me. E eu faço o mesmo: todas as semanas tenho de ir a casa dos meus pais. Faz parte da rotina, não há volta a dar-lhe.

- Na adolescência, deu muitas preocupações à sua família?

- Julgo que não, até porque entrei nos Morangos com 14 anos e saí com 17, por isso a minha adolescência foi passada lá. Como tínhamos uma produção fantástica e colegas bem mais velhos como a Cláudia Vieira, a Rita Pereira ou o Pedro Teixeira, eu acho que eles nos acompanharam muito bem. Eu era a menina, a mais pequenina, protegiam-me imenso, e quando era para sair à noite até falavam com os meus pais, para eles não se preocuparem. Foi muito giro.

- Sente que perdeu alguma coisa?

- Sinto que até ganhei. Fiz tudo o que iria fazer cá fora, mesmo estando a trabalhar na novela.

- O que é que comprou com o primeiro ordenado de Morangos, aos 14 anos?

- Uma cabina de hidromassagem, que ainda hoje tenho. (risos) Foi bom ter o meu dinheirinho cedo, porque mesmo que não precisasse é bom olhar para a conta bancária mais tarde.

- Acabou por deixar os estudos…

- Falta-me acabar algumas disciplinas do 12º ano mas quero entrar para a faculdade para o ano que vem. Ainda não sei é para que curso. Gosto muito de Direito mas é muito complicado de conciliar. Acima de tudo, não quero entrar para a faculdade para dizer que tenho um curso mas porque penso que é importante para uma pessoa “reciclar-se”. Gosto de Ciências Políticas, de Filosofia, por isso logo se vê.

- Nunca pensou ir estudar para fora?

- Não é uma coisa em que pense muito. Para a minha formação pessoal ia ser muito bom mas julgo que ainda não estou no patamar em que me possa ausentar um ou dois anos do País pois, se calhar, ia perder cá trabalhos que gostava de fazer. E mesmo que fosse para fora, preferia ir para o Brasil, que julgo que está muito mais direccionado para o nosso mercado.

- Gostava de tentar uma carreira internacional, como está a acontecer agora com a Daniela Ruah?

- Penso que todos os actores gostavam. O caso da Daniela Ruah é muito específico, porque ela tem dupla nacionalidade e fala maravilhosamente bem inglês e eu não sou assim. Claro que era muito bom conseguir uma carreira internacional mas não sei se é viável. Mas, para mim, ela ter conseguido lá chegar é muito bom. Já a vi, está maravilhosa, e tenho muito orgulho de ela nos estar a representar desta maneira.

- Sente que há muita rivalidade no meio artístico?

- Nunca senti, mas também porque ainda sou muito miúda em relação à maior parte dos actores. Entre os outros actores, acho que deve haver, como em todas as profissões. Eu nunca senti nem dou muito espaço para isso, cada um faz o seu trabalho o melhor que pode. E não devia haver rivalidades, porque há personagens que têm perfis tão diferentes que nem sequer se pode comparar actores.

- Namora desde os tempos de Morangos com a mesma pessoa [Diogo Valsassina]. Qual é o segredo para a relação persistir?

- Não há nenhum segredo especial, e talvez o único seja darmo-nos bem, divertirmo–nos juntos e respeitarmo-nos.

- Ele costuma, entretanto, acompanhar o seu trabalho?

- Às vezes, no entanto ele não é muito de novelas. (risos)

- E a sua família, o que diz?

- Os meus pais, quando podem, vêem, mas não são do género de eu ir concorrer a alguma coisa e vestirem uma camisola com a minha cara. Apoiam-me nesta como em qualquer outra profissão que eu tivesse escolhido. Os meus irmãos nem ligam. Estão na adolescência e querem é jogar à bola e brincar. Aliás, eles até escondem que são meus irmãos, porque os miúdos, nessas idades, são muito cruéis. Para eles eu sou a mana Ana e nada mais do que isso.

- Com que idade é que se imagina a ser mãe?

- Maternidade?… Não penso nisso mas gosto muito dos filhos dos outros. (risos) Não me consigo projectar a esse nível mas penso que vou querer uma família pequena, como a minha. A minha mãe não tem irmãos, o meu pai só tem uma irmã, e nunca tive aqueles Natais com 50 pessoas à mesa. Mas logo se vê… Nem sequer penso nisso.

- E casar, gostava?

- Isso então ainda penso muito menos. Acho que casar é como os cheques, já não se usa. Não me importava de me vestir de noiva para um catálogo mas não sinto o apelo do casamento. Não é um sonho.

- Agora que está de férias, tem aproveitado para namorar?

- Sim e não só. Fiz uma viagem para o calor, em que me divertir imenso e vou continuar a descansar durante mais um tempinho. Acho que a seguir a nove meses de gravações é preciso sempre um ou dois meses de pausa, que é o que estou a fazer. Tenho aproveitado para ir cinema, teatro, ao ginásio e, claro, para fazer aquelas coisas que todas as mulheres gostam, como arranjar as unhas, o cabelo e ir às compras, o que é óptimo agora na altura dos saldos. De resto, apesar de estar de férias a nível de televisão, continuo a ter as locuções de desenhos animados e publicidade, por isso não estou completamente parada.

- Disse que aproveita para ir ao ginásio. É muito preocupada com a imagem?

- Agora estou um bocadinho mais vaidosa, mas também acho que, com 21 anos, estou na idade de começar a fazer ginásio, que é óptimo não só para o corpo como para a mente. Mas confesso que sou um bocadinho preguiçosa. Eu às vezes vou à rua e passo frio para não ter de vestir o casaco (risos). Mas só na minha vida pessoal, porque no trabalho sou exactamente o oposto.

- E gosta de ver a sua imagem na televisão?

- Nunca vai deixar de ser estranho ver-me na televisão, porque um actor nunca se gosta de ver. No meu caso, estranho sempre a minha voz, mas já estou mais habituada. Na primeira vez em que me vi era tão miúda que até achei piada. A verdade é que vejo telenovelas, porque é sempre um bom exercício para aprender.

- Antes de surgir o casting para os Morangos, lembra-se o que queria ser?

- Eu queria ser farmacêutica e ainda tenho essa paranóia, porque quando era miúda adorava ir à farmácia e sentir aquele cheiro a medicamentos (risos). Acho que, na altura, ainda não tinha pensado muito bem no que queria seguir, mas a partir do momento em que entrei para os Morangos e depois de lá estar pensei que era mesmo isto que queria fazer, porque aqui posso ser farmacêutica e todas as outras profissões.

INTIMIDADES

- Quem gostaria de convidar para um jantar a dois?

- O Tarantino, é um dos meus realizadores preferidos.

- Não consigo resistir a…

- Sapatos. Tenho muitos, e quando vou às compras é aquilo em que mais me perco.

- Se pudesse alterar alguma coisa no corpo e no feitio, o que mudava?

- Considero que sou um bocadinho egoísta, por isso mudava esse aspecto no meu feitio. No meu corpo, dava-me mais dez centímetros, para ser um bocadinho mais alta.

- Sinto-me melhor quando…

- Está calor.

- O que não suporta no sexo oposto?

- O mesmo defeito que mudava em mim: o egoísmo.

- Qual é o seu pequeno crime diário?

- O chocolate. Sou mesmo viciada.

- O que seria mesmo capaz de fazer por amor?

- É muito complicado responder a essa pergunta. Julgo que depende sempre da situação.

- Complete: a minha vida é…

- Espectacular.

Fonte: Correio da Manhã

Um Dia com o Sapo – Melânia Gomes

Fevereiro 5th, 2010 Comenta   Colocado em Morangos

Melânia Gomes passa Um Dia com o Sapo e com Tiago Carreira.

Fonte: Sapo Vídeos

Um Dia com o Sapo – Mafalda Matos

Fevereiro 2nd, 2010 Comenta   Colocado em Morangos

Mafalda Matos passa Um Dia com o Sapo e com Tiago Carreira.

Fonte: Sapo Vídeos

Sofia Ribeiro: “Casar não está no nosso campo de visão”

Fevereiro 2nd, 2010 1 Comentário   Colocado em Morangos

Sofia Ribeiro

Sofia Ribeiro desmente que esteja noiva do actor Nuno Janeiro, com quem namora há mais de três anos. A Clara Fontes na telenovela da TVI Meu Amor – papel que lhe tem exigido muito – diz estar empenhada na carreira que a faz feliz.

– Tem-se falado que a Sofia e o Nuno estão de casamento marcado.

– Eu não sou pessoa de fazer projectos a longo prazo.

– Mas falam disso?

– Nós falamos de tanta coisa. (risos) O que posso dizer é que aquilo em que estamos concentrados neste momento é no nosso trabalho.

– E não há tempo para casar?

– O casamento não é uma coisa que esteja no nosso campo de visão.

– Mas é verdade que ficaram noivos recentemente?

– Tem-se dito tanta coisa sobre nós. Não vou entrar em pormenores. Para já a prioridade é trabalho.

– E o trabalho está a correr bem?

– Não podia estar melhor. Estou num projecto apaixonante com um elenco brilhante. Estou muito feliz. É uma honra.

- A Clara Fontes é a personagem que exigiu mais de si até hoje?

– Não sei, eu encaro sempre cada personagem como o meu grande trabalho até ao momento. Tenho muita sorte porque tenho tido personagens muito diferentes umas das outras e esse tem sido o maior desafio. É verdade que esta novela é agora o meu grande projecto. Emocionalmente, tem exigido muito de mim, mas isso só me faz querer continuar a crescer.

– O que pode revelar do futuro desta personagem?

– Ainda muita coisa vai acontecer, mas não posso revelar nada senão perde a graça. O que eu posso dizer é que ela não é totalmente má, nem totalmente boa. Tem traços de personalidade muito próprios. Posso dizer que vai acontecer muita coisa que ninguém está à espera.

– Não há tempo para mais nada?

– Pois. (risos) O trabalho tem sido bastante. Gravo praticamente todos os dias e não me sobra tempo para mais.

Fonte: Correio da Manhã

Pedro Barroso contra os vampiros em Destino Imortal

Janeiro 30th, 2010 4 Comentários   Colocado em Morangos

Pedro Barroso

Pedro Barroso tem 23 anos, estreou-se em televisão como co-apresentador do magazine cultural P.I.C.A, e integrou o elenco da novela Fala-me de Amor, e das séries Morangos com Açúcar e Um Lugar Para Viver. Actualmente, a par das participações na série Ele é Ela e na novela Meu Amor, interpreta o dampiro Miguel na mini-série Destino Imortal.

- As recentes séries juvenis Portuguesas sobre vampiros têm sido alvo de comparações desfavoráveis com Twilight. O que pensas sobre isso?
- O universo dos vampiros há muito que é apetecido e desejável, não veio até nós com o aparecimento do Twilight. Obviamente se não fosse o mesmo e o seu sucesso não estaríamos hoje em ficção abordando essa temática. No meu entender, acho que é desnecessário fazer comparações, até porque são produtos distintos, o que inevitavelmente vai acontecer mesmo na forma como são elaborados e suas finalidades: filme, mini-série e formato de novela. Falando de Destino Imortal, é uma série que inova em termos de conteúdo sobre o tema dos vampiros. É certamente uma história que retrata uma lado mais humano que o sobrenatural. A verdadeira essência é a de uma história de amor.

- Como foste seleccionado para integrar este elenco?
- Tive o privilégio de ser convidado para integrar o elenco de Destino Imortal.

- Fala-nos do Miguel, o teu personagem.
- O meu Miguel, descrevendo agora por linhas gerais, é sensivel com um carisma despretensioso, calmo e seguro. Prefere por vezes isolar-se e ficar quieto no seu canto a ler um livro do que misturar-se com o resto das pessoas da sua faixa etária. Tem curiosidade nata e é inteligente. É bondoso sem malícia, apaixonado pela natureza e ar livre. É como que um protegido devido aos seus poderes, dos quais se vai apercebendo através da proximidade com Sofia. Todos os seus instintos e sentidos vão ser descobertos e aprimorados através da proximidade dela, que vai despertar em Miguel um desejo e uma atracção incontroláveis como nunca sentiu por ninguém na vida. O que ele não sabe é que é uma atracção fatal, pois Miguel é filho de um vampiro e de uma humana, um dampiro, e por consequência capaz de reconhecer vampiros e destruí-los.

- Como são as interacções entre a Miguel e os outros vampiros?
- A verdadeira e maior interacção do Miguel é com a Sofia, que é a canalizadora de relações para os outros vampiros. Através desta proximidade, Miguel vai despertar os seus instintos e todas as capacidades extra-sensoriais que um dampiro possui, não se apercebendo que a atracção que sente por ela é uma atracção fatal em vez de um grande amor, e logo vai procurar Sofia e vai procurar descobrir o porquê desta atracção… Daí que vai cruzar-se com todos os outros vampiros: Hector, Lídia, Valentina e Victor, e outros que aparecerão durante a série. Quanto a Lídia e Hector, criadores de Sofia, de início a aproximação de Miguel ao seu seio familiar vai ser levada como uma ameaça até entenderem que este é um dampiro e pode ser a salvação da sua espécie. Quanto a Valentina e Victor, estes desde os primeiros encontros que o desafiam, sentindo-se a tensão em todas as cenas. A aproximação de Miguel não é bem vista, até mesmo devido a guerras antigas entre familias que se virão a revelar mais tarde.

- Existem inúmeros filmes, séries, livros e até jogos de video sobre vampiros. Serviste-te de alguma dessas obras como ponto de referência para construir o teu personagem?
- Não posso excluir da minha construção todas as referências que tive através de livros e filmes. Foram parte importante na construção, mas em grande parte baseei-me nos guiões que foram escritos, e muito bem escritos, já com maravilhosas referências paara construir o meu personagem especificamente dentro deste universo dos vampiros. Todo o aprimorar dos sentidos do Miguel estava minuciosamente descrito, todas as suas capacidades sobre-humanas… O ponto de partida foi a construção humana do meu Miguel e depois trabalhar todos os sentidos a serem descobertos. Aí o que me ajudou foi trabalho de pesquisa, de mesa, trabalho físico e com o grupo de trabalho. Todos os filmes e séries que vi serviram para complementar o trabalho elaborado anteriormente e enriquecer-me no mundo de vampiros de Destino Imortal.

- Em que consiste o processo de caracterização dos vampiros de Destino Imortal?
- Figurinos adequados a cada personagem, maquilhagem, lentes e dentes, tudo isto com o complemento de um trabalho elaborado de pós-produção

- Que preparação especial tiveste para as cenas de acção que protagonizas?
- Tivemos acompanhamento de uma equipa de efeitos especiais, aulas de esgrima e duplos. Isto ainda na altura de ensaios e de construção de mesa dos personagens, o que era óptimo pois são personagens que são caracterizados também pelas suas características físicas, destreza e poderes, logo era uma mais-valia podermos ter ensaios de mesa em procura do personagem e sua construção, e poder transpôr e experimentá-lo já com todas as condições. Todos os vôos, coreografias de esgrima e trabalho de duplos… Houve um rigor cénico bastante aprimorado. A disponibilidade tanto física como mental era extremamente necessária.

- Como comparas o trabalho de actor nesta mini-série e noutras produções em que já participaste?
- Logo à partida estamos a falar do universo mágico e poético dos vampiros, logo por aí foge a qualquer contrução de personagem do nosso quotidiano que até aqui tinha feito. Acompanhei-me de algumas referências de pesquisas como sempre faço e depois foi construção conjunta com o elenco, o chamado trabalho de mesa. Todas as características trabalhadas por mim, do meu Miguel, foram fruto de uma descoberta constante com a equipa de efeitos especiais onde encontrava o corpo do personagem. Os aprimorares e descobertas dos sentidos foram trabalhados por mim no meu dia-a-dia, enriquecendo o interior do meu personagem de forma a ser credível. O tempo em que foi rodada esta mini-série, cinco semanas no total, foi um grande desafio no qual era exigido o máximo por toda a equipa e estou grato por ter participado. Sinto que o meu trabalho é apenas 50% do trabalho apresentado, o resto é complementado por efeitos especiais, sonoplastia e meios técnicos, com um rigor técnico muito maior. Tudo isto foram desafios que numa produção normal com um outro personagem não teria de enfrentar. Estou grato, afinal de contas nunca imaginei fazer um projecto assim.

- Quais são as tuas expectativas em relação ao sucesso de Destino Imortal?
- São obviamente as melhores, e sou suspeito, certo? Acho que acima de tudo há que congratular a televisão Portuguesa por arriscar neste tipo de ficção, e espero que haja da parte do público e dos críticos a capacidade de distanciamento entre guerras televisivas e comparações de produtos, pois atrás desta mini-série podem vir muitas outras abordando temáticas diferentes… Espero que o público comum mortal se fixe neste meu nosso destino.

– UM EXCLUSIVO GERAÇÃO MORANGOS

FF: “Não gosto nada dos meus cotovelos”

Janeiro 29th, 2010 2 Comentários   Colocado em Morangos

FF

Fernando João Fernandes, actor e músico, tem 22 anos. “O Jogo Recomeça” é o seu quarto disco. Aqui ficam alguns dos seus segredos:

- Qual o seu maior medo?

- Falhar a qualquer nível.

- Alcunha de infância?

- Para os meus pais fui sempre João.

- Maior loucura por amor?

- Compor uma música para uma tal pessoa.

- Pior mentira que já contou?

- Nunca contei nenhuma grave.

- Como foi o primeiro beijo?

- Foi com uma colega de turma da quarta classe, mas nem sabia o que aquilo era.

- Local mais exótico onde fez amor?

- Na Costa de Caparica.

- Já traiu e/ou foi traído?

- Ambas. A quem não aconteceu é sortudo.

- Parte do corpo que não gosta?

- Não gosto dos meus cotovelos.

Fonte: Correio da Manhã

Um Dia com o Sapo – Sérgio Rosado

Janeiro 28th, 2010 Comenta   Colocado em Morangos

Sérgio Rosado passa Um Dia com o Sapo e com Tiago Carreira.

Fonte: Sapo Vídeos (http://videos.sapo.pt/umdiacomsapo)